Segundo o Governo Federal, o setor tem potencial para crescer e os projetos contribuirão também para a redução das emissões de gases do efeito estufa, resultando na geração de créditos de carbono.
Projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apontam que a capacidade instalada das usinas movidas por ventos vai passar dos 930 MW que são produzidos atualmente e crescerá 320% ao longo desta década. A EPE ainda afirma que quando chove menos no período seco, nos reservatórios, é o período em que existe sazonalmente maior vento no Brasil. Então, é possível compensar a falta de geração hidráulica com geração eólica.
A ideia é que as termelétricas movidas a gás, óleo ou carvão cedam cada vez mais espaço às eólicas e outras fontes renováveis, bem menos poluentes e que já têm custos competitivos. As termelétricas são usadas para poupar os níveis dos reservatórios de hidrelétricas em épocas de pouca chuva. A expansão das eólicas, pelo menos nos próximos três anos, é garantida pela venda de projetos nos leilões voltados para o segmento.
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