A Federação das Associações de Municípios do Estado do Rio Grande do Sul (Famurs) orientou as 496 prefeituras e as 27 associações microrregionais para que paralisem suas atividades, exceto as de áreas essenciais como a Saúde. “Os Municípios gaúchos deixarão de receber aproximadamente R$ 400 milhões. Pedimos que os prefeitos transmitam essa importante informação às comunidades, por meio de atos públicos e pronunciamentos à imprensa”, destaca o presidente da Famurs, Vilmar Zanchin.
A Associação dos Municípios do Alto Jacuí (Amaja), por exemplo, atendeu ao pedido. Os Municípios colocarão faixas pela cidade e carros de som nas ruas e avenidas, alertando a população sobre os motivos da paralisação e pedindo apoio. A imprensa local também será convocada. Boa Vista do Incra, Carazinho, Colorado, Fortaleza dos Valos, Ibirubá, Lagoa dos Três Cantos, Não Me Toque, Quinze de Novembro, Saldanha Marinho, Santa Bárbara do Sul, Tapera e Victor Graeff confirmaram participação.
Em Santa Catarina, a Federação Catarinense de Municípios (Fecam) enviou ofícios às 22 microrregionais e pediu a elas que mobilizem os prefeitos catarinenses. “Todos oram informados sobre a importância de o projeto não ser vetado. Eles também receberam os valores do levantamento feito pelo CNM, que mostra quanto os Municípios receberão se houver a sanção”, afirma o presidente da entidade, Saulo Sperotto.
Momento decisivo
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destaca que a mobilização dos Municípios será fundamental nesta terça-feira, 21 de dezembro. “É um momento decisivo porque o presidente Lula irá anunciar sua decisão nos próximos dias”, completa. Aos Municípios interessados em aderir ao movimento, ele explica que o hotsite da CNM conta com todas as informações e orientações necessárias.
- Acesse o hotsite
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